
No entanto, segundo Birman, o desenvolvimento da marca no mercado norte-americano é mais difícil e a empresa ainda está em fase de estudo sobre o país. Segundo o fundador da companhia, o foco de crescimento no exterior permanece nos EUA. “Alguns investidores nos perguntam sobre investimentos em países do Cone Sul, mas estes apresentam fragilidades que impedem o crescimento. Preferimos focar esforços no mercado norte-americano, onde crescer fica a cargo apenas da sua própria competência”.
A Argentina, por exemplo, está totalmente fora dos planos da empresa. As operações no exterior representam 5% dos negócios da companhia.
Birman afirmou que a maior competitividade da indústria brasileira depende de uma política fiscal e tributária mais planejada por parte do governo. “Acredito que uma política fiscal e tributária mais definitiva e não retalhada é muito importante para que nos tornemos mais competitivos, tanto internamente quanto no mercado externo”.
Birman criticou medidas pontuais de desoneração. Segundo ele, a série de medidas municipais, estudais e federais ajudam, mas são muito retalhadas. “Isso não representa uma política fiscal e tributária continuada, o que traz consequências, em ultima instância, para o consumidor”.
fonte:Estadão


